terça-feira, 15 de abril de 2014

Veja imagens do eclipse ‘Lua de sangue’, que aconteceu nesta madrugada






O continente americano viu nesta terça-feira (15) um eclipse lunar, ou a “Lua de sangue”, quando a Lua fica na sombra da Terra em relação ao Sol e ganha um tom avermelhado.
No Brasil, o eclipse total poderia ser visto a partir das 3h, por cerca de 78 minutos, nas regiões Norte e Centro-Oeste, se as condições meteorológicas permitissem.
Os eclipses totais da Lua, quando o satélite cruza o cone de sombra da Terra, são pouco frequentes. O último ocorreu no dia 10 de dezembro de 2011. A última vez que aconteceu uma série de quatro eclipses lunares totais foi entre 2003 e 2004, segundo a agência espanhola EFE.
Este é primeiro de uma série de quatro eclipses lunares que deve ocorrer, aproximadamente, a cada 6 meses e se repetirá apenas sete vezes neste século. O próximo eclipse total está previsto para o dia 8 de outubro.
Ainda este ano, também será possível observar dois eclipses do Sol — um em abril e outro em outubro.
A agência espacial americana (Nasa) explicou que a Lua de sangue é quando a região periférica da Lua ingressa no centro da sombra da Terra, que é de cor âmbar. É durante esse período que o satélite é visto da Terra com uma cor avermelhada, causada pela luz do Sol e matizada por sua passagem pela atmosfera terrestre – algo similar à coloração que a luz solar adquire nos crepúsculos.
Ao longo da história, os eclipses solares e lunares estiveram rodeados de muitas superstições e referências a profecias sobre desastres naturais de grande magnitude.
Veja abaixo os eclipses previstos para 2014:
- 15 de abril: Eclipse total da Lua – visível na parte oeste da África, na parte oeste da Europa, Américas, Austrália e leste da Ásia
- 29 de abril: Eclipse anular do Sol (quando a Lua fica na frente do Sol e se forma um “anel” do Sol em volta da Lua) – visível na Antártica e Austrália
- 8 de outubro: Eclipse total da Lua – visível nas Américas, na Austrália e Ásia
- 23 de outubro: Eclipse parcial do Sol – visível na maior parte da América do Norte, no México e na Rússia.

fonte/imagens; G1*