quarta-feira, 27 de maio de 2015

Veja: Cartilha orienta prevenção ao suicídio




Em menos de uma semana publicamos matérias lamentáveis onde duas jovens cometeram suicídio em duas cidades do sertão paraibano, o que mexe com o emocional de todos, e fica também a pergunta pois o que de fato levou lindas jovens a tamanha barbaridade em por um próprio fim a suas vidas. 

Diante desse tema recebemos uma sugestão de pauta da internauta Maria Clara Alves da cidade de Pau dos Ferros, onde abordaremos uma cartilha com orientações de prevenção ao suicídio, confira:

Defender a vida e prevenir um ato de extremo desespero. Com essa missão, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) lançaram a cartilha Suicídio, informando para prevenir, iniciativa da Câmara Técnica de Psiquiatria, por sugestão da Comissão de Ações Sociais. “Espera-se que esta contribuição ajude no enfrentamento deste grave problema de saúde pública”, aposta o coordenador da Câmara e 3º vice-presidente do CFM, Emmanuel Fortes.

Editado com o apoio da ABP, o documento aponta o suicídio como questão mundial de Saúde Pública. A cartilha informa a ocorrência de cerca de dez mil suicídios ao ano no Brasil e mais de um milhão em todo o mundo. O objetivo da cartilha é contribuir para transformar esse cenário. “Há neste trabalho informações que podem ajudar a sociedade a desmitificar a cultura e o tabu em torno do tema e auxiliar os médicos a identificar, tratar e instruir seus pacientes”, explica o presidente do CFM, Carlos Vital.
Campanha - A ação integra a Campanha Nacional de Prevenção ao Suicídio, lançada pelo CFM e pela ABP. Durante a semana do Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, celebrado em 10 de setembro, os edifícios do Congresso Nacional e Memorial JK, em Brasília, além da sede do Conselho Regional de Medicina do Estado do Paraná (CRM-PR) aderiram à campanha e foram iluminados de amarelo, cor que representa vida, luz e alegria.
A cartilha aborda temas como barreiras à detecção e a fatores como o estigma e o tabu relacionados ao tema. De acordo com a cartilha, por razões religiosas, morais e culturais, o suicídio é considerado transgressão às leis divinas, o que dificulta um diálogo aberto sobre o tema. A publicação será enviada aos conselhos regionais (CRMs) e bibliotecas de escolas médicas. Além da versão impressa, o manual está disponível ainda para download no Portal Médico, no ícone Biblioteca. Acesse aqui a íntegra da Cartilha.

Fonte: Portal.cfm.org.br, publicação em: 13 de Novembro de 2014.
Imagem: Pesquisa Google.